"23 de julho de 1936(...)
| General Moscardó: "Sin novedad en el Alcazar." Herói espanhol, alma católica. |
_O que é, meu rapaz?
_Nada. Eles dizem que me matarão se o Alcazar não se render.
Mas não se preocupe comigo.
Mas não se preocupe comigo.
_Se for verdade _replicou Moscardó
_encomende sua alma a Deus,
grite "Viva a Espanha!"
e morra como um herói.
Adeus, meu filho. Um beijo.
- Adeus, meu pai.
Um beijo grande para o senhor também.
Quando Cabello voltou ao telefone, disse Moscardó:
- Pode esquecer o prazo que me deu.
O Alcazar nunca se renderá!
E desligou o telefone."
(Verso do livro de Cecil D. Eby.
"O cêrco do Alcazar de Toledo".
Ed.Nova Fronteira. 1965)
"Sim, mande-nos um padre.
Não desejamos nada mais de vocês"
(Moscardó em dias de trégua
ao Comandante Vicente Rojo,
7 de setembro, opus cit. p.175)
"Sim, mande-nos um padre.
Não desejamos nada mais de vocês"
(Moscardó em dias de trégua
ao Comandante Vicente Rojo,
7 de setembro, opus cit. p.175)
| 18 de setembro de 1936, os tiros sessam, silêncio... o Alcazar é minado sob suas torres. Milagre. Nenhuma morte na explosão. Assita aqui |
Um milagre militar. 70 dias de cerco. Toledo, de 21 de julho a 28 de setembro de 1936 ocorriam os episódios mais dramáticos da guerra civil espanhola. No centro da guerra entre a II República Espanhola maçônica e as várias facções políticas como direitistas, comunistas e anarquistas um tapa na cara dos inimigos de Deus! Uma resistência monárquica, patriótica e de liderança católica resistia bravamente no coração da cidade, aqui se consagra um dos símbolos de resistência católica que mais amo: o forte Alcazar e a valentia do General José Moscardó (1878-1956) num final glorioso com direito a cenas de cavalaria de cavalos árabes bufantes executando eufórica os sinistros revolucionários, algo inacreditável. (p.236)