| Aquiles e Pátroclo, camaradas de guerras troianas. Ilíada de Homero. |
Para quem apenas viu o título "Ilíada" nas prateleiras de livrarias não esperava nada específico, com o decorrer fui me localizando sobre o que fala a obra, é fantástica. Foi uma introdução a obra dividida em duas partes:
I - Matéria e forma do épico clássico.
II-Teorias que interpretam Homero, ênfase na "Teoria Oral" de Milman Parry (1902-1935).
Um handout (páginas que acompanham a aula) foi nos entregue, neste tinha 9 páginas com trechos em grego e português de obras épicas além da Ilíada como a Odisseia e a Teogonia de Hesíodo. Neste post buscarei passar as principais anotações que fiz desta interessante exposição, talvez cometa alguns equívocos e acabe parafraseando de memória.
A Ilíada é parte do Ciclo Troiano onde há relatos heróicos de assédio à cidade de Tróia, no mesmo ciclo encontram-se os Poemas e a Odisseia, todas de Homero. A matéria da Ilíada será em torno de um episódio: a cólera de Aquiles.
São duas as cóleras do herói, uma no início motivada por desavença com seu comandante Agamenon e a outra com a morte de seu amigo Pátroclo por Hector de Troia que ofusca a primeira.
Do canto I ao XIX não ha Aquiles na Iliada, há sim a glória e a morte de Pátroclo que encoleriza Aquiles qual retorna para vingar-se de Hector.
No canto XXII Aquiles o "mata várias vezes" mutilando seu corpo já sem vida.
Os épicos possuem uma grande compreensão da mortalidade da condição humana.
São duas as cóleras do herói, uma no início motivada por desavença com seu comandante Agamenon e a outra com a morte de seu amigo Pátroclo por Hector de Troia que ofusca a primeira.
Do canto I ao XIX não ha Aquiles na Iliada, há sim a glória e a morte de Pátroclo que encoleriza Aquiles qual retorna para vingar-se de Hector.
No canto XXII Aquiles o "mata várias vezes" mutilando seu corpo já sem vida.
Os épicos possuem uma grande compreensão da mortalidade da condição humana.